Crianças surdas experimentam ProAccess em sessão especial no cinema #SetembroAzul

28/09/2018

Os dispositivos de acessibilidade do ProAccess arrancaram sorrisos na última quarta-feira, 26 de outubro, Dia Nacional do Surdo.

Uma turma de crianças surdas e ouvintes, de três escolas públicas de São Paulo, curtiu o filme Missão Impossível usando os aparelhos de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e legenda descritiva do ProAccess em uma sessão especial no Kinoplex Itaim. Muitas entraram no cinema e assistiram a um filme na telona pela primeira vez.

O evento foi programado por Millena Machado, jornalista e apresentadora do programa automobilístico Auto Esporte (Globo).

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Ela e a irmã, Milene, são as criadoras da campanha #surdoehquemfala, que existe há dois anos e visa gerar informação sobre a surdez e sobre a necessidade de integração das pessoas com deficiência, especialmente no mercado de trabalho.

Com a parceria de empresas apoiadoras e patrocinadoras, como a Riole e a ETC Filmes, a campanha promoveu uma semana de atividades diversas para a comunidade surda entre os dias 24 e 30 de outubro.

Veja as fotos do evento no Facebook.

 

Surdo é quem não quer ouvir

Millena despertou para a causa e decidiu criar a campanha por causa de uma prima que perdeu a audição devido à meningite. No mercado de trabalho, ela sentiu a dificuldade de conseguir uma oportunidade por causa da deficiência. Ou melhor, por causa da resistência de empregadores em contratar funcionários surdos, mesmo com alta qualificação.

O nome da campanha #surdoehquemfala, veio da mesma ideia. Surdo é quem não quer ouvir, ou seja, quem não faz o esforço para se aproximar e compreender o outro.

 

Setembro Azul na ETC

Diversas outras iniciativas permearam o mês de setembro graças à campanha nacional do Setembro Azul, voltada à conscientização sobre a surdez e a importância da acessibilidade.

Na ETC, fizemos um workshop de LIBRAS para toda a equipe com Thaisy Payo, que é surda, professora do idioma, além de modelo e ativista.

“Eu já tinha participado de uma oficina de LIBRAS com uma pessoa que não era surda. Fazer com uma pessoa que é foi totalmente diferente. Entendi que não é só o gesto, mas o corpo todo que fala, e essa expressividade faz toda a diferença na compreensão da mensagem”, conta Jade Kiss, colaboradora de Relacionamento com o Cliente.

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